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 entrevista ao G1, a mãe disse que a família tem histórico de catalepsia, em um estado que pode ser confundido com a morte.

"Com dois anos de idade. Esse problema acontece na família. Quando deu um ataque em mim eu tive uma dor muito forte na perna e eu fiquei assim, só retornei depois de quatro dias. Esse problema está se agravando e vem acontecendo na família", diz Teresa Cristina (veja no vídeo abaixoMãe explica que família tem histórico de catalepsia, por isso crê que filha não morreu

Os moradores da região também acreditam que a jovem está viva. "Eu acredito em um Deus vivo. É uma menina evangélica. A mãe dela não é louca. Ela não está fedendo. É capaz dela se levantar dali para mostrar a muita gente que Deus existe", relata.

Ailton Gabriel dos Santos, 43, esteve na casa de Débora e fez uma oração junto com a família nesta manhã. Ele afirma que viu a menina chorar.

 

"Quando a gente estava orando a lágrima dela desceu. O irmão dela pegou na mão dela e ela apertou. Colocaram algodão em todos os lugares, não era para terem colocado. Isso aí que está acontecendo é milagre de Deus. Eu creio no Deus do impossível", diz um vizinho da família.

 

O delegado Manuel Wanderley Cavalcante foi ao local e pediu uma nova avaliação médica para confirmar a mote de Débora. O corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), em Maceió, para ser submetido a uma necropsia.

 
Corpo de jovem foi preparado para sepultamento em Rio Largo, AL, mas mãe acredita que ela ainda está viva e se nega a enterrá-la (Foto: Suely Melo/G1)Corpo de jovem foi preparado para sepultamento em Rio Largo, AL, mas mãe acredita que ela ainda está viva e se nega a enterrá-la (Foto: Suely Melo/G1)

Corpo de jovem foi preparado para sepultamento em Rio Largo, AL, mas mãe acredita que ela ainda está viva e se nega a enterrá-la (Foto: Suely Melo/G1)

 

"Vamos verificar se está em óbito. E se for comprovado que o hospital liberou este corpo sem óbito, vamos responsabilizar o hospital. Vou instaurar procedimento de investigação", disse o delegado.

O promotor de Justiça Magno Alexandre Moura, da 2° promotoria da cidade, esteve na casa de Débora Isis e disse para a imprensa que acredita que ela está morta.

"Nós vamos conversar com a mãe da falecida para saber das dúvidas dela, pois aqui já podemos ver que a menina está falecida. A menina passará pelo exame de catalepsia e por um parecer médico do IML. Mas, aparentemente, a pessoa está morta e precisa ser enterrada", disse.

 
Declaração de óbito da jovem tem data de 12 de novembro de 2017; mãe afirma que ela não está morta e pede novos exames (Foto: Suely Melo/G1)Declaração de óbito da jovem tem data de 12 de novembro de 2017; mãe afirma que ela não está morta e pede novos exames (Foto: Suely Melo/G1)

Declaração de óbito da jovem tem data de 12 de novembro de 2017; mãe afirma que ela não está morta e pede novos exames (Foto: Suely Melo/G1)

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