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“O programa foi incrível. Reduzir o programa a uma pergunta minha e como se eu tivesse imposto ou dito que aquela era a minha opinião e transformar isso numa coisa sensacionalista é ridículo. Beira a opressão. Cobram uma postura, cobram um feminismo. Eu não sou militante de nada. Eu sou uma cantora. Eu tenho minhas opiniões e tenho outras coisas que eu não tenho na minha cabeça. Eu sou muito convicta e quando eu tenho essas perguntas, ainda que não sejam muito bem formuladas, então isso me chateia profundamente. É impressionante”, completou.

Claudinha, por fim, pediu para que as pessoas tenham mais tolerância umas com as outras: “Em nome de Jesus, a gente está em 2018, a gente precisa ser um pouquinho mais tolerante com as pessoas. E querer transformar tudo o que eu faço num circo é ridículo”.

No programa, Claudia Leitte causou estranheza em que assistia à atração depois de se enrolar para fazer uma pergunta sobre igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho.

“Geneticamente, me perdoem, é um questionamento mesmo. Geneticamente, a gente não é, como mulher, relacionada ao trabalho braçal, força bruta, ao aspecto físico mesmo, a gente não é mais sensível? Historicamente, a gente veio da costela de Adão. Mas a costela de Adão protege os órgãos, a costela sustenta a gente”, disse.

“Então é uma função que não desmerece a gente, a gente é colocada numa função que suporta e apoia. A gente não é mais sensível? Os hormônios não fazem a gente ficar mais sensível, porque o homem não tem TPM, a gente tem uma estrutura que fazem com que o corpo… sei lá. Você entendeu?”, indagou.

 

 

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